25 de agosto de 2016

Devatas/ “Larvas astrais”


Saúde e Vida (parte 5) Da Gênese e composição das doenças

47) Assim como o micróbio (ou vírus, bactéria, etc) fragiliza e destrói o corpo físico, o devata fragiliza e destrói o ambiente em que vive. No caso, a alma do ser humano. Lembrando que o termo devata aplica-se aos pensamentos e emoções negativos.

48) Quando um devata de doenças, instala-se na alma com muita intensidade, torna inviável a manutenção da vida e sobrevem o que chamamos de morte (a perda do corpo físico). Da mesma forma, quando muitos devatas assenhoram-se da alma (astral, vital, físico), sobrevem a morte.

49) Se em vc não há devatas, mas convive em um ambiente onde os mesmos se manifestam como desequilíbrio(nas pessoas), indiretamente vc estará impactado, pois ficará propenso a;

50) Se em vc não há devatas, mas vc envolve-se em um processo de compartilhamente de ódios (ou pensamentos densos) comuns, vc compartilhará tb tudo o que as outras pessoas tenham (por exemplo o caso do video do cachorro que está na internet, com suas listas de adesão, etc, etc);

51) Quando se instala no astral um devata de doença, altera-se o fluxo vital para o organismo, altera-se o fluxo de comandos para os chakras e sistema endócrino, desestabiliza-se o organismo, criando a ambiência para que os sintomas da doença comecem a aprecer, e os agentes da doença comecem a operar (viroses, infecções, etc, etc);

52) Assim, antes de o ser humano estar doente fisicamente, ele gerou condições para ficar com a alma doente, e com o corpo vital doente. Tudo o que o homem pensa, cria, gera um ser poderoso, que vai viver em função daquilo para o qual foi criado (amor ou ódio) e fica circusntrito ao ôvo áurico da pessoa.
Contudo, se é de grande intensidade (como um ódio dirigido a alguém) este ser rompe o ôvo aurico de seu gerador, e se projeta no plano, indo instalar-se naquela pessoa que foi o objeto do ódio, mas continua ligada ao seu criador. E pela fenda onde sai o que se quer, entra o que não se quer.
Por isto depreende-se que quanto mais conturbada é a alma de uma pessoa, mais ela está vulnerável ao que ela mesmo cria, ao que os outros criam, e ao que existe de “devata abandonado” transitando pelo astral.
 Chega a um ponto de a alma, o ôvo áurico de uma pessoa ser “terra de ninguém” ou “terra de todos”.

53) Este seres, densos, em Adharma, estes devatas, criados pelas pessoas, quando muito intensos e projetados para fora do ôvo áurico das mesmas, vagam pelo astral, sendo o que esotericamente se chama de “larvas astrais”, fonte de todo tipo de doenças e desequilíbrios.

54) E qualquer “coisa” gera por nós, que vá agir no plano, nos torna responsáveis pela mesma e pelo que ela venha a causar, até que nós mesmo a sublimemos.

55) Mas lembram-se que a morte é simplesmente a perda do corpo físico, seguindo a vida, com os efeitos deste mundo de causas? Pois bem, estes devatas (não os da doenças, mas os pensamentos emoções negativas) criados, vão ser a base do que virá a ser as tendências a doenças nas próximas encarnações as quais estejamos ligados.


Dura lex, sed lex.
Postado há 19th December 2011 por Jorge Oro
https://jorgeoro.blogspot.com.br/2012/06/saude-e-vida-parte-da-genese-e.html



27 de junho de 2016

A Reencarnação É Uma Escravidão


 Roda do Samsara – O ciclo de nascimento e morte


Já alguma vez te perguntaste porque reencarnamos?
Porque é que temos vidas tão curtas e, na maioria das vezes, os únicos caminhos espirituais são oferecidos apenas por religiões ou professores muito duvidosos?
Ou porque essas religiões são construídas sobre estruturas hierárquicas?
Já te perguntaste porque há tanta maldade no mundo?
E porque que essas pessoas más, tornam-se os líderes dos homens?
E a grande pergunta sobre a reencarnação:
Porque não nos lembramos das nossas vidas passadas?
Como podemos resolver a nossa vida passada, se nem sequer nos lembramos dela?
Vivemos as nossas vidas, sendo perseguidos pelas nossas vidas passadas e, no entanto, não podemos vê-las.
Carregamos os hábitos residuais e características dos nossos antigos Eus, no entanto, não temos a mínima ideia de onde vieram. Na maioria das vezes, não temos ideia de como eles nos afetam no presente.
Portanto, como podemos resolver os nossos problemas do passado? Especialmente  porque nos afetam, mesmo nesta vida?


Qual foi a pessoa religiosa ou professor espiritual, ou canalizador ou iogue que já respondeu a esta pergunta de forma satisfatória:
Porque não nos lembramos das nossas vidas passadas?
A resposta pode ser assustadora.
Está escrito nos textos védicos e purânicos, que a humanidade viveu longos períodos de vida durante a era dourada. Eles passavam a vida em meditação profunda e estavam em equilíbrio e harmonia com a mãe natureza. Então, algo aconteceu.
Nas lendas, mitos e textos antigos, descreve-se a queda do homem.
“O homem é perfeito em sua origem, um ser divino que se degenerou naquilo que somos.”                  A. Schwaller de Lubicz (O Milagre Egípcio)
” … O homem primitivo era o modelo mais verdadeiro e representante do homem e, todo o progresso humano desde então, embora ascendente em algumas coisas, tem estado em grande parte em incessante deterioração … Todo o mundo que veio a seguir depois do homem primitivo, honrou e até mesmo adorou os seus primeiros pais como próprios deuses de luz, conhecimento e grandeza”. Joseph A. Seiss (Evangelho nas estrelas)
“Em seguida, ela acrescentou uma profecia na qual previu o fim da Era Divina e o início de um nova, em que os Verões seriam sem flores, as vacas dariam menos leite e as mulheres seriam desenvergonhadas e os homens sem forças, uma Era onde as árvores não teriam frutos e os mares sem peixes, quando os idosos dariam falsos conselhos e os legisladores fariam leis injustas, quando os guerreiros se trairiam uns aos outros e os homens seriam ladrões e não haveria mais virtude no mundo”. ( Profecia de Badb, Rainha Guerreira da Irlanda )

 Então, o que causou essa “queda”?
Podemos ver que em um determinado momento, os deuses vieram do céu  e, os seres humanos aprenderam a agricultura e a pecuária, que é a escravidão dos animais. Com esse conhecimento, vieram as cidades, os reis, os sistemas hierárquicos de controlo, os exércitos, a guerra, escravidão e a adoração e sacrifícios dos deuses.
Esta foi a queda do homem. A humanidade saiu do equilíbrio e harmonia com a Mãe Natureza e, assim, começou a perder a virtude.



Então, quem eram esses deuses que vieram e deram este conhecimento a humanidade? De onde vieram? Eles não são da Terra. Eles vieram para escravizar a humanidade, para exigir sacrifícios de carne e osso, inclusive sacrifícios humanos.
Eles exigiram que fossem adorados. E, como lemos no Antigo Testamento, Jeová destruía raças inteiras, ou ordenava que o seu “povo escolhido” destruísse por ele.
Os gnósticos chamavam esses deuses de Arcontes.
Don Juan chamou-lhes de Predadores …

Esses deuses têm se alimentado da humanidade há milhares de anos …
Eles nos consideram seu rebanho, assim como consideramos os animais da fazenda. Como acima, assim abaixo. Eles alimentam-se das nossas emoções e energias negativas e alimentam-se da nossa adoração a eles. Eles gostam especialmente de sangue e sofrimento, então criam conflitos, violência e guerras entre os homens.
Observe que a maioria das guerras foram entre religiões…
Mas também nos controlam através das,
•          religiões
•          ideologias
•          governos
•          sociedades
•          propaganda
•          a imprensa, etc.
Outra maneira de nos controlar é através da reencarnação.
A Reencarnação é uma forma de escravidão. Após a queda, a duração de vida do homem foi drasticamente reduzida. Antes da era atual, os homens apenas viviam uma vida média curta, de 25 a 40 anos. Isso não é tempo suficiente para descobrir o que é a vida, especialmente se tudo o que recebiam era as religiões dos deuses.
Tinham que trabalhar o dia todo, criar as suas famílias e em seguida morriam.



E depois surge a pergunta, porque não nos lembramos das nossas vidas passadas.
Nascemos constantemente na ignorância e o único conhecimento disponível, era o que os deuses nos deram – religiões e ideologias. Depois de poucos anos, morremos na ignorância e, em seguida, voltamos de novo. Isso mantém o rebanho em ordem.
Sem qualquer recordação, estamos presos na ignorância, sem as ferramentas adequadas para nos libertarmos. Ocasionalmente, algumas grandes almas foram capazes de se libertar, mas os sacerdotes tomaram o controlo dos seus ensinamentos. Eles os deturparam e os transformaram em religiões.
Vivemos numa matriz, onde uma construção artificial de luz foi sobreposta sobre o mundo real.
Assim como no filme, Matrix, somos simplesmente baterias que alimentam os deuses. Esta é a nossa situação, onde nascemos e morremos numa matriz e somos alimento para entidades malignas. E claro, eles têm os seus lacaios aqui na Terra que mantêm o rebanho em linha.
Portanto, a próxima pergunta é:
O que acontece quando morremos?
Quando morremos, entramos na matriz cósmica, uma outra construção de luz falsa que chamamos de céu.

As nossas almas estão presas nesta prisão dos deuses. Depois de passarmos algum tempo no falso céu, voltamos novamente no mesmo ciclo.
 Isso é chamado a Roda de Samsara, o ciclo de nascimento e morte.


A única saída desta prisão é despertar para quem realmente somos.
Abandonar todas as falsas crenças, deuses, anjos, gurus, etc. e, parar de alimentar esses falsos deuses com a nossa adoração, com o nosso sangue, com as nossas emoções e pensamentos negativos e, abandonar todo o jogo.
“Para ver o universo como ele é, deves avançar um passo para além da rede. Não é difícil fazê-lo, porque a rede está cheia de buracos. Observe a rede e as suas inúmeras contradições.Tu o fazes e o desfazes a cada passo. Tu queres paz, amor e felicidade e, trabalhas duro para criar dor, ódio e guerra. Desejas longevidade e comes em excesso. Desejas ter amigos e os exploras. Veja a sua rede feita de tais contradições e remove-as – a sua própria visão fará com que desapareçam”. Nisargadatta Maharaj
Veja a Matrix por aquilo que é. Parece todo-poderosa, sem qualquer via de fuga, mas ela está cheia de buracos.
Se tiveres uma mente aberta, discernimento e os olhos para ver, todo este jogo não é nada mais do que um castelo de cartas. Através de perguntas simples, pude dar muitos exemplos de como toda essa matrix está caindo aos pedaços.
A pergunta é,
Vais acordar, ou  vais permitir ser arrastado na rede, para continuares na roda de nascimento e morte?
Imagine o quão sortudo és de teres tido contacto com as chaves para escapar desta prisão.
Podes ver o quão confuso podem ser todas,
•          as religiões
•          as filosofias New Age
•          falsos professores e ensinamentos
Vejo que existem alguns grandes mestres que brilham acima de toda essa confusão. Aprenda deles o que puderes, mas prepare o seu próprio caminho em direção ao seu Ser Interior.
Liberte-se da prisão.

Fonte: http://riverbankoftruth.com/2013/08/27/reincarnation-is-enslavement-by-greg-calise/
 http://lotusazul.com/reencarnacao-e-uma-escravidao/


19 de maio de 2016

CONSCIÊNCIA EM EXPANSÃO




13 SINTOMAS QUE MOSTRAM SE SUA CONSCIÊNCIA ESTÁ EM EXPANSÃO

Você perceberá que a sua consciência está realmente expandindo, logo saindo do módulo linear-cartesiano para o módulo quântico…

1) Quando se responsabiliza mas não se culpa.

Você é a causa de Tudo mas não tem culpa de nada (deixe a culpa nas instituições religiosas).

2) Quando se frustra mas se responsabiliza.

O outro nunca deve ser responsabilizado pelas suas frustrações.

3) Quando se responsabiliza com totalidade.

Você é 100% responsável por tudo que está vivendo ou pela realidade que está existindo.

4) Quando não mais se vitimiza.

Ninguém faz nada com você é você que faz a si mesmo. Portanto, ninguém te magoa é você que se deixa magoar; ninguém te machuca é você que é machucável; ninguém te ofende é você que se permite ficar ofendido, e assim por diante.

5) Quando cessam as expectativas sobre os outros

O outro não reencarna para te agradar ou fazer o que quer ou espera para Você ficar bem.

6) Quando preenche a si mesmo 

Você deve suprir as tuas próprias necessidades emocionais e não projetá-las no outro em forma de carência. Pois carência é a necessidade de se dar e não de receber.

7) Quando reconhece o poder da solitude

Se sentir só, é a falta em si da sua própria presença e não de humanidade (pessoas ao seu redor).

8) Quando resgata o poder próprio

Nada tem Poder sobre você a menos que você dê o seu poder, pois você é o único Poder.

9) Quando percebe que Deus está disseminado em tudo, inclusive dentro de você mesmo.

Nada está acima de você, nem mesmo “Deus”, pois até mesmo “Deus”, o vácuo-quântico, está dentro da sua própria “carne”.

10) Quando nos aceitamos na igualdade e imperfeição 

Você, o outro, ninguém é melhor ou pior, mais ou menos, todos são o que podem ser.

11) Quando nada compromete a liberdade

Sempre a melhor escolha é aquela em prol da sua liberdade.

12) Quando nos conscientizamos da imensidão viva do universo

Você não começa e nem termina em sua pele.

13) Quando sabe que se transcende a tudo e a todos

Você está aqui para se libertar de absolutamente tudo, inclusive de si mesmo, para que então possa amar tudo e ao próximo quanto a ti mesmo.

Autor: Horácio Frazão - Editor: Shakyamuni 
http://estaremsi.com.br/13-sintomas-que-mostram-se-sua-consciencia-esta-em-expansao/

Como lidar com a solidão no caminho espiritual


Para aqueles que são orientados espiritualmente não é incomum se sentir um pouco desconectado das outras pessoas, a experiência de solidão é quase um subproduto natural do despertar espiritual. Embora possamos estar conectados ao nosso sistema de orientação interna, também podemos nos sentir um pouco deslocados na sociedade moderna onde o materialismo, o consumismo e a negatividade reinam supremos. Se você está passando por um processo de despertar, ou se já passou, então você certamente vai saber o que se sente ao ser rejeitado pelo rebanho.
Dessa forma, como podemos manter um sentimento de unidade com todos se estamos nos sentindo emocionalmente separados? Aqui estão algumas maneiras úteis de lidar com a solidão do caminho espiritual:

1) A própria realidade é apenas uma peça de teatro na consciência. É tudo um sonho.
Você está sonhando agora. Você não está sonhando no sentido de que o seu corpo está dormindo, mas você está sonhando no sentido de que, quando você morrer, você vai acordar em uma nova dimensão. Você vai perceber que a sua vida e sua jornada foram tudo um grande jogo que foi instalado para que você pudesse evoluir como uma alma. Alimentar e ganhar uma perspectiva como esta, realmente ajuda a lidar com a solidão, porque permite lembrar que a vida é uma projeção de nossa consciência.
Não leve as coisas tão a sério! Aprenda com o sonho, ouça e explore-o, mas não deixe que o conteúdo do sonho segure você.
2) Agir através do amor e não do medo

Não deixe que pensamentos como “Eu sempre vou ficar sozinho”, “Eu nunca vou encontrar um bom grupo de amigos” ou “Eu nunca vou ter alguém com quem me relacionar” dominar sua consciência. O problema de usar o medo como um motivador na vida é que a tomada de decisões através do medo empurra as coisas que queremos para longe. Por exemplo, se temos medo de ficarmos sozinhos, nós realmente atrairemos mais solidão em nossas vidas.
Será que alguém realmente quer ser energeticamente atraído por um campo de energia de medo e auto-piedade? Crie um espaço de autoconfiança e amor em sua vida, pois o Universo responde àquilo que você transmite.

3) Seguir o fluxo
A vida na sociedade moderna é sempre muito frenética. Mas não há necessidade de pressa e de tentar ganhar a corrida dos ratos. Lembre-se, não há nenhum lugar que você precisa estar, nada que você precisa fazer e ninguém para impressionar. Às vezes causamos ansiedade a nós mesmos mantendo-nos à altura das expectativas que a sociedade nos impõe. Você não precisa de um grupo de 10 amigos que se reúnem a cada fim de semana. Você não precisa de um relacionamento brilhante. Criar expectativas de conseguir uma vida assim só gera estresse e frustração.
Aprender a deixar fluir e relaxar será uma das melhores coisas que você pode fazer para criar uma vida feliz para si mesmo. Siga sua intuição e faça as coisas que vêm naturalmente para você. A vida é sobre uma jornada. Trabalhe com o universo, siga seu coração e mantenha-se aberto às possibilidades.

4) Buscar outras alternativas
Lembre-se sempre, há muitas pessoas espiritualizadas lá fora. Não desanime se você ainda não encontrou nenhuma dentro do seu círculo. Tome uma atitude para com a vida que você quer e procure por novas experiências através de caminhos diferentes. Faça uma aula de yoga ou um curso de terapia alternativa. Junte-se a uma comunidade espiritual local ou até mesmo online. Faça um trabalho voluntário em algum projeto que você acredite que vale a pena. Enfim, deixe todas as suas portas abertas para o novo.

Não é incomum se sentir sozinho ou excluído em nossa sociedade, especialmente se você tem visões e crenças alternativas. Não se sinta mal por isso, a auto-piedade é inútil. Sinta-se feliz por você ter coragem de ser você mesmo em um mundo onde a individualidade é suprimida. Sinta-se animado, contando que seja íntegro você só terá relacionamentos incríveis, há milhões de pessoas que se sentem dessa mesma maneira. Se você estiver disposto a dar um passo pra fora da zona de conforto e fazer essas conexões acontecerem, o universo fornecerá o apoio que você precisa.

(Texto de Steven Bancarz | Traduzido e adaptado por Despertar Coletivo | Via: The Spirit Science)

16 de abril de 2016

QUEIXAS E RESSENTIMENTOS


Queixar-se é uma das estratégias prediletas do ego para se fortalecer.
Cada reclamação é uma pequena história que a mente cria e na qual
acreditamos inteiramente. Não importa se ela é feita em voz alta ou apenas em pensamento. Alguns egos que talvez não tenham muito mais com o que se identificar sobrevivem apenas com queixas. Quando estamos presos a um ego assim, reclamar, sobretudo de alguém, é algo habitual e, é claro, inconsciente, o que mostra que não sabemos o que estamos fazendo. Uma atitude típica desse padrão é aplicar rótulos mentais negativos às pessoas, seja na frente delas ou, como é mais comum, falando sobre elas com alguém ou até mesmo apenas pensando nelas. Xingar é o modo mais rude de atribuir esses rótulos e de mostrar a necessidade que o ego tem de estar certo e triunfar sobre os outros: "idiota", "desgraçado", "prostituta", todas essas afirmações definitivas
contra as quais não se pode argumentar. No nível seguinte, descendo pela escala da inconsciência, estão os gritos. Não muito abaixo disso se encontra a violência física.
O ressentimento é a emoção que acompanha a queixa e a rotulagem
mental dos outros. Ele acrescenta ainda mais energia ao ego. Ressentir-se significa ficar magoado, melindrado ou ofendido. Costumamos nos sentir assim em relação à cobiça das pessoas, à sua desonestidade, à sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, ao que fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, à atitude que deviam ou não ter tomado. O ego adora isso. Em vez de detectarmos a inconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade. Quem é o responsável por isso? Nossa própria inconsciência, o ego. Algumas vezes, a "falta" que apontamos em alguém nem mesmo existe. Ela pode ser um erro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada a ver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior. Em outras ocasiões, a falta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, às vezes excluindo todo oresto, nós a tornamos maior do que é. E dessa maneira fortalecemos em nós mesmos aquilo a que reagimos no outro.
Não reagir ao ego das pessoas é uma das maneiras mais eficazes de não só superarmos nosso próprio ego como também de dissolver o ego humano coletivo. No entanto, só conseguimos nos abster de reagir quando somos capazes de reconhecer o comportamento de alguém como originário do ego, como uma expressão do distúrbio coletivo da espécie humana. Quando compreendemos que não se trata de nada pessoal, a compulsão para reagir desaparece. Não reagindo ao ego, muitas vezes podemos fazer aflorar a sanidade nos outros, que é a consciência não condicionada em oposição à consciência condicionada. Em determinadas ocasiões, talvez precisemos tomar providências práticas para nos proteger de pessoas profundamente inconscientes. Isso é algo que temos condições de fazer sem torná-las nossas inimigas. Nossa maior defesa, contudo, é sermos conscientes. Alguém passa a ser um inimigo quando personalizamos a inconsciência que é o ego. A não reação não é fraqueza, mas força. Outra palavra para não-reação é perdão. Perdoar é ver além, ou melhor, é enxergar através de algo. E ver, através do ego, a sanidade que há em cada ser humano como sua essência.
O ego adora reclamar e se ressente não só de pessoas como de situações. O que podemos fazer com alguém também conseguimos fazer com uma circunstância: transformá-la num inimigo. Os pontos implícitos são sempre: isso não deveria estar acontecendo, não quero estar aqui, estou agindo contra minha vontade, o tratamento que estou recebendo é injusto. E, é claro, o maior inimigo do ego acima de tudo isso é o momento presente, ou seja, a vida em si.
Não confunda a queixa com a atitude de informar alguém de uma falha
ou de uma deficiência para que elas possam ser sanadas. Além disso, abster-se de reclamar não corresponde necessariamente a tolerar algo de má qualidade nem um mau comportamento. Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser aquecida - desde que nos atenhamos aos fatos, que são sempre neutros. "Como você se atreve a me servir uma sopa fria?" Isso é se queixar. Nessa situação, existe um "eu" que adora se sentir pessoalmente ofendido pela comida fria e ele aproveitará esse fato ao máximo, um "eu" que aprecia apontar o erro de alguém. A reclamação a que me refiro está a serviço do ego, e não da mudança. Algumas vezes fica óbvio que o ego não deseja que algo se modifique para que possa continuar se queixando.
Veja se você consegue capturar, ou melhor, perceber, a voz na sua cabeça - talvez no exato instante em que ela esteja reclamando de algo e reconhecê-la pelo que ela é: a voz do ego, não mais do que um padrão mental condicionado, um pensamento. Sempre que a observar, compreenderá que você não é ela, e sim aquele que tem consciência dela. Na verdade, você é a consciência que está consciente da voz. Atrás, em segundo plano, está a consciência. À frente, se situa a voz, aquele que pensa. Dessa maneira você estará se libertando do ego, livrando-se da mente não observada. No momento em que você se tornar consciente do ego, a rigor ele não será mais o ego, e sim um velho padrão mental condicionado. O ego implica inconsciência. Ele e a consciência não conseguem coexistir. O velho padrão mental, ou hábito mental, pode sobreviver e se manifestar por um tempo porque tem o impulso de milhares de anos de inconsciência humana coletiva atrás de si. No entanto, toda vez que é reconhecido, ele se enfraquece.
Eckhart Tolle
Um Novo Mundo - O Despertar de Uma Nova Consciência. Pag. 58

23 de fevereiro de 2016

A Primeira Morte X A Segunda Morte


A Primeira Morte

Podemos considerar que a experiência encarnatória é algo como a condensação das energias sublimes do espírito, e a desencarnação, uma evaporação ou desativação progressiva dos veículos mais densos. A morte poderia ser catalogada como ruptura e descarte de veículos ou corpos de manifestação desnecessários, ainda que temporariamente, em função de uma nova etapa que o ser adentra no processo evolutivo individual. Pelo menos no planeta Terra, podemos afirmar que o descarte dos somas mais densos através da morte – tanto do corpo físico quanto do duplo etérico – é algo definitivo, fato este que torna impossível a reativação de tais veículos após o descarte final por parte do ser que dele usufruiu.

Embora o incômodo próprio dessa ocorrência, isto é, do descarte do corpo físico ou da morte biológica, não podemos ignorar que a chamada primeira morte, a do corpo, por mais incômoda que possa parecer aos seres que a experimentam, é um dos mais importantes eventos da vida do espírito. Isso porque, nos fenômenos de impacto vibratório como a morte física, ocorrem estados de choque e o inevitável enfrentamento de questões transcendentais muitíssimo importantes para a futura relação do espírito com seus veículos superiores de manifestação.


A Segunda Morte

Podemos afirmar que a segunda morte representa o descarte e desativação do duplo etérico e a diluição do corpo perispiritual, o que deixa o espírito totalmente de posse do corpo mental, em sua plenitude e de forma mais definitiva. De acordo com essa definição, a segunda morte é a retirada de qualquer resquício do duplo e do perispírito, ficando o ser apenas de posse dos corpos de ordem superior. Também podemos considerar que a segunda morte seria como que uma depuração de ser de todas as emanações ectoplasmaticas aderidas ou originadas nos corpos inferiores.

Tomar posse do corpo mental é, nessa ótica, o ser se elevar à condição de espírito mais adiantado, pois que se dá, nessa ocasião, o descarte do perispírito ou psicossoma, que é absorvido pelo corpo mental. A nova etapa em que adentra o espírito a partir da chamada segunda morte assinala a extinção das etapas reencarnatórias inferiores, das migrações constantes entre a esfera física e a extrafisica através dos fenômenos de nascimento e morte, tão corriqueiros no estágio atual dos espíritos vinculados ao planeta Terra.

De outro lado, também consideramos uma segunda morte, os casos de seres que perdem a conformação de perispírito, por inibição da forma, quando se cristalizam no ódio e na culpa, permanecendo indefinidamente como prisioneiros de si mesmos e transformando-se em ovóides.


Primeira Morte x Segunda Morte

É correto dizer que a morte do corpo físico, para aqueles ainda vinculados ao planeta Terra, é o fator mais desconcertante entre as experiências que podem ser vividas por seres de nossa pequenez espiritual. Além disso, a defasagem do ambiente extrafísico para o ambiente físico, recém-deixado para trás, faz com que certos processos internos eclodam no ser, causando-lhe profundas reflexões e necessárias ao engrandecimento.
Podemos afirmar que a diferença ou o descompasso entre os ambientes físico e extrafísico, onde transitam os espíritos pelo processo da desencarnação ou descarte da parte biológica, é muito acentuada: ocorre numa proporção relativa de um por milhões. Por outro lado a diferença entre o ambiente extrafísico e a vivencia nos planos mentais, por ocasião da segunda morte, é mais sutil, apresentando uma proporção de um por milhares, ao se comparar o impacto que uma das mortes provoca e as distinções entre tais ambientes, onde se dá a vida e a locomoção dos seres em evolução.
Na ocorrência da morte biológica, há o fenômeno da ruptura definitiva do cordão de prata, que liga o perispírito aos corpos físico e etérico; por ocasião da segunda morte, dá-se a ruptura do chamado cordão de ouro, que liga o corpo mental ao psicossoma ou perispírito. Em qualquer dos casos, seja na primeira ou na segunda morte, há a necessidade de uma assistência extrafisica de entidades superiores especializadas nesses processos de descarte ou desencarnação.

Retirado do livro "Coinsciência" de Joseph Gleber - Robson Pinheiro
http://alem-da-materia.blogspot.com.br/2011/09/1-morte-vs-2-morte-por-joseph-gleber.html


XLI - Referências à Segunda Morte - Altino, meu amigo, também não me sinto suficientemente esclarecido quanto à Segunda Morte... - Compreendo, meu filho, nem sempre ensinamos bem, depende da evolução do Espírito que ensina. Nem todos conhecem bem todos os assuntos e dão aí, a sua opinião pessoal, o que pode, às vezes, causar um pouco de confusão na mente do discípulo ainda não preparado. Mas toda a informação dada por Espírito esclarecido tem uma base verdadeira. Existe a morte referida por Jesus que Ele chamou de Segunda Morte, que é a morte nos Planos Inferiores. seria uma explosão da mente espiritual que a faria em estilhaços, se assim se pode dizer e comparar, como se a dividisse em centenas de partículas a Centelha Divina. Em verdade seria a morte definitiva da figura espiritual que daria nascimento a tantas outras individualidades que começariam a crescer novamente e que demorarão milhões de anos a chegar novamente onde a Matriz está ou estava no momento da explosão. Outra, é a Segunda Morte que assistimos no Portal do Sol e que é a SEGUNDA MORTE NOS PLANOS SUPERIORES DO ESPÍRITO. Na realidade pode ser camada de uma NOVA VIDA ou de RESSURREIÇÃO já que se nasce para uma VIDA SUPERIOR. É em verdade nova etapa evolutiva. Difícil de entender?

http://www.suaaltezaogato.com.br/arq/Estante%20de%20Vidro/R.A.Ranieri_(A_Segunda_Morte).pdf

23 de janeiro de 2016

DESVELANDO MISTÉRIOS DA VIDA APÓS A MORTE



Meus fiéis leitores, eu vos confesso que tenho andado preocupado com o futuro da humanidade. As pessoas estão tornando-se religiosas, porque está na moda, mas estão perdendo a espiritualidade. Elas seguem a linha do Tomé, só acreditam se puderem ver, todas querem ver para crer.

A espiritualidade tem muito a revelar, mas não pode relatar a verdade a quem não crê. Crer é o passaporte para os mundos ocultos, e quem não crê não poderá ter acesso aos mistérios da vida depois da morte.

Se não me deres crédito, meu caro leitor, tu não deverás prosseguir a leitura. Os fatos que irei relatar não poderão ser comprovados fisicamente, impedindo-te de ver tudo que irei revelar.

A ti que me visitas com uma certa constância, não estarei surpreendo-te ao afirmar que, a cada vida, a alma entra e sai do corpo físico, em sucessivas reencarnações. Depois de uma série de idas e vindas, todo aquele que atingiu um determinado grau de evolução deixa de encarnar num corpo físico e passa a viver num corpo sutil e num outro plano dimensional.


Nada de céu e de inferno, meu devoto leitor! Estou a falar dos mundos subterrâneos, que são três, e que serão ocupados de acordo com o nível de evolução de cada alma. Badagas, Duat e Agartha são mundos, ao mesmo tempo, físicos e hiper-físicos.

Badagas, em certas ocasiões, se confunde com a superfície do planeta, por estar num grau de vibração intermediário entre a matéria concreta e o mundo abstrato. Algumas localidades sofrem a influência desse fluxo energético à flor da terra, criando em nosso subconsciente uma sensação de beleza e encantamento que os olhos físicos não conseguem identificar. Por esse motivo, diz-se de um lugar que ele é muito belo e encantador, mas não se sabe explicar a razão.

Vivem em Badagas aquelas almas mais próximas dos hábitos e rotinas do plano físico, num mundo semelhante ao nosso, com suas rotinas e deveres. Esses seres podem entrar em contato conosco, e quase sempre o fazem por meio de diálogos mentais, em que nossas mentes captam as suas palavras e as imagens que eles transmitem.

O mundo de Badagas, por estar muito próximo ao plano físico, provoca fenômenos difíceis de serem explicados ou aceitos, como ocorre na região do Triângulo das Bermudas. Existem pontos que por serem focos de irradiação energética com um diferenciado poder vibratório servem para a construção de Templos e Sedes de Fraternidades Sagradas, Pirâmides, Obeliscos e Menires.

Diversas dessas construções são erguidas por ordem do Governo Oculto do Mundo com o objetivo de equilibrar a circulação bioenergética do planeta. Estas edificações funcionam como agulhas de acupuntura e antenas de captação da energia cósmica FOHAT e da energia telúrica KUNDALINI.

No mundo de Badagas, existem embocaduras que dão acesso a cavernas subterrâneas de enormes dimensões, onde habitam milhares de pessoas que ignoram a existência de vida na superfície do planeta. Esses locais estão localizados em regiões de difícil acesso, como vales, montanhas e florestas. Andes, Alpes, Himalaia, Amazônia e Sintra são alguns desses locais secretos, onde existem acessos a esses mundos subterrâneos.

Eu sei que é difícil acreditar nessas verdades ocultas, mas as nossas mentes ainda são muito despreparadas para processar certas informações que relacionam a nossa vida de superfície com esses mundos subterrâneos.



A diferença que existe entre as populações de um plano e de outro é que, na superfície o nosso corpo é formado por matéria densa, enquanto no interior da Terra, por matéria mais sutil. As conexões entre os dois mundos são feitas mentalmente, e como acontece entre nós, por criaturas que possuam dons mediúnicos e percepções psíquicas.

Esses locais, onde os mundos subterrâneos se confundem com a superfície da Terra, são envoltos por campos vibratórios protetores de alta freqüência, que os tornam invisíveis aos olhos humanos e aos aparelhos mais modernos como radares e telescópios. Estes campos vibratórios são usados não apenas para encobrir regiões, mas também para dar invisibilidade aos corpos energéticos dos seres desses mundos, quando eles fazem incursões à superfície.

Meus atentos leitores, eu vos recomendo a não mais olhar para o alto, quando fordes orar por um ser amado que já partiu do plano físico, mas a dirigir vossos pensamentos e sentimentos para o coração da Mãe-Terra. Nesses mundos subterrâneos, encontram-se as almas em todas as escalas de evolução, inclusive seres de outros planetas e sistemas solares.

Existem os bons e os maus, se podemos assim chamá-los. Almas más são responsáveis por diversos fenômenos de desaparecimentos ou violências contra criaturas humanas, e que permanecem sem explicação por ocorrerem fora do alcance dos nossos olhos físicos.

As almas boas se constituem em auxiliares anônimos, que agem em situações de grande risco, na tentativa de salvar vidas. Incêndios, naufrágios, quedas de aviões, guerras, desastres de automóveis, afogamentos e doenças incuráveis servem de estímulos para o aparecimento desses seres invisíveis, que salvam muitas vidas e são os maiores responsáveis por muitos dos chamados milagres.

Esses seres de luz estão espalhados por muitos lugares milagrosos operando curas e dando uma nova consciência espiritual a muitos que se sentem perdidos a vagar por esse mundo sem destino. As cidades de Fátima, Lourdes, Aparecida do Norte e santuários como Meca, Santiago de Compostela e Tibete são verdadeiros pontos de concentração desses espíritos evoluídos, que são reconhecidos pelas religiões por diversos nomes como anjos, devas, adeptos, espíritos de cura e santos.

Acredito que, os meus leitores já perceberam que estou falando das almas que desencarnaram e que por seus elevados padrões de evolução passaram a atuar num corpo sutil, de modo invisível, ajudando os seus irmãos menores a vencer os seus desafios nesta vida.

Essas almas evoluídas, ao abandonar o corpo físico, não vão para os mundos astrais, onde estão as almas que aguardam o momento de reencarnar na Terra, nem para os mundos intermediários de Badagas, mas para o mundo de Duat, cujo padrão vibratório é muito mais intenso do que todos os demais, apesar de oferecer uma forma de vida semelhante às anteriores.

Em Duat, as almas em seus invólucros de matéria altamente sutilizada também vivem uma vida muito semelhante à nossa no plano físico. Esses seres sutis se alimentam, procriam, trabalham, estudam, pesquisam e até contraem karmas. A diferença é que em Duat os seres são andróginos, mas usam corpos, ou masculinos, ou femininos.

No mundo de Duat, existem laboratórios, bibliotecas e museus com altos níveis de conhecimentos e contendo informações completas de tudo que já foi criado pelo homem na superfície do planeta.

Duat funciona como uma perfeita Universidade Espiritual, onde se pode aprender toda a história da raça humana através dos tempos. Com esse estudo, a alma poderá voltar mais bem preparada para realizar suas missões voltadas para a evolução da humanidade. É em Duat que muitos conhecimentos serão aperfeiçoados e muitas pesquisas serão aprofundadas, preparando certas almas para o exercício de funções de grande alcance na liderança de grupos ou na função de mestres instrutores.

Se o mundo de Duat é feito de luz condensada, o mundo de Agartha é feito de luz sutilizada, pela permanente transmutação da luz do Sol Central da Terra, conhecido esotericamente como Shamballah.

Em Agartha, vivem os Reis Divinos e toda a sua Corte Espiritual, sob a liderança do Grande Sanat Kumara, o Senhor Venusiano que há cerca de 18 milhões de anos chegou a este nosso planeta Terra para trazer a semente da evolução.

Esta é a verdadeira história da Hierarquia Planetária que habita o planeta Terra, e da qual cada um de nós faz parte. O GRANDE MISTÉRIO DE MELQUISEDEC é a inspiração que conduz os aprendizes, os discípulos e os adeptos dos Grandes Iniciados, em suas eternas peregrinações iniciáticas.

A morte é a grande ilusão, a vida, a eterna realização. Vida após vida, as almas evoluem e vão ascendendo planos diferenciados, num progresso espiritual sem fim.

Céu e inferno somente existem para os que crêem neles. O astral é o céu e o inferno de cada um, ou até o purgatório, para os que se julgam entre um extremo e outro. Às almas mais evoluídas, planos mais evoluídos, aos espíritos mais sábios, missões de mestre instrutor da sabedoria oculta.

O aprendiz é um postulante que se põe a caminhar numa peregrinação que tem início, mas jamais terá fim. A morte não é uma interrupção na vida do postulante, porque ele estudará enquanto aguarda uma nova encarnação.



O adepto é uma alma mais evoluída que presta serviço ao Mestre do Seu Raio, tornando-se o intermediário entre o Mestre e os seus discípulos, enquanto o discípulo não atinge um grau de evolução que possa ser atendido diretamente pelo Mestre.

Os segredos foram desvelados, porque não é mais tempo de esconder as verdades sagradas. Os Mistérios continuam e continuarão ocultos, pois somente os Mestres poderão revelá-los aos seus Discípulos, numa revelação de boca a ouvido, a cada ritual de Iniciação.

Amigos leitores, vós não deveis ficar à espera do inesperado, iniciai já vossas peregrinações, pois os seres de luz estão espalhados por esse mundo aguardando vossas passagens pelos locais sagrados. E crede que a verdade não está fora, mas no fundo de vossas almas.


http://brasilan.blogspot.com.br/2010/11/desvelando-misterios-da-vida-apos-morte.html