A crença de que você é criatura, nasceu de um criador
Diversos segmentos do ocultismo apontam que não somos criaturas, somos o próprio criador. O pensamento espiritualista de que somos criaturas volta-nos para religiosidade, os velhos padrões mentais que aprisionam o ser humano. Quando você obedece a lógica de que é uma criatura, você dá margem a seu ego dizer que a culpa é de quem te criou, se desresponsabilizando pela sua situação atual, e o mundo. Uma das máximas ocultistas e de tradições orientais, muito diferentes do espiritualismo aprisionante moderno, é que não existe, em suma, um criador. O conceito de Criador confunde a mente das pessoas e evoca o velho pensamento religioso ocidental de que és criatura. Assim, para se libertar dessa prisão mental, eleva a ti mesmo a Deus, pois nada o separa dele, em última análise. O ocultismo trabalha com o pensamento de que você o-é, e a nada está submisso. Sendo Deus, você pode se redescobrir em múltiplas possibilidades, pois não há ao que obedecer, uma vez que você saiba que tudo é Causa e Efeito, só fará o que for de acordo com sua consciência.
Anunnaki_Tree_of_Life
Obs.: o conceito de criatura/criador foi introduzido pelos Annunakis da Suméria, por terem modificado geneticamente o ser humano naquela época, sabotando-o e o fazendo de sua “criação”, que é a base das religiões Monoteístas até hoje.
A crença de que você está evoluindo
Esse bordão, não só no espiritual, mas também no ocultismo é bastante usado. A premissa usada de que estamos evoluindo parte da visão limitada que eles tem sobre a natureza humana. Julgam-nos, seres aqui encarnados na Terra, de uma forma medíocre. Ao fazerem te acreditar que você está evoluindo, você está automaticamente anulando todo o seu ser infinito, para se prender em conceitos limitados e mentais que falam por aí. Pensando em evolução, você está apto a encarnar várias vidas na Terra, servindo de produtor de energia negativa para os que tem interesse material na Terra. Buda foi um agente contrário à falácia da evolução, para ele, somos completos por natureza, e por isso precisaríamos apenas nos despertar para sairmos da Roda das Encarnações. O ocultismo, em vários segmentos, não nos diz sobre evolução, nos diz sobre experienciamento. Não há um ideal, um ser Divino, Santo, Bondoso, Anjo incorruptível a ser atingido! O espiritualismo usa da sua visão romântica para dizer que todo ser Evoluído tem essas características de personagens bem religiosos acima, que são o bem e nada mais. Essa visão cai novamente no erro da Dualidade. Para uma melhor abordagem, o ocultismo prefere dizer sobre Expansão ao invés de Evolução. Cada informação, vida e interação que seu complexo ser interage, ganha mais experiência e assim se expande. Sua consciência expandida pode se tornar uma consciência planetária, uma consciência estelar. Isso mesmo, você pode virar um sol, com muitas outras consciências envolvidas. E isso não envolve bondade, santidade, evolução, isso envolve vibração alta, complexidade e agregação de energia e experiências, não envolve código moral que tanto o pregam.
fractal-ser-existencia-caos-luz
http://www.gruposolaris.com.br/saindo-da-matrix/2-desinformacoes-de-agendas-negras-no-meio-espiritual-que-te-prendem-a-matrix/
7 de setembro de 2016
25 de agosto de 2016
Devatas/ “Larvas astrais”
Saúde e Vida (parte 5) Da Gênese e composição das doenças
47) Assim
como o micróbio (ou vírus, bactéria, etc) fragiliza e destrói o corpo físico, o
devata fragiliza e destrói o ambiente em que vive. No caso, a alma do ser
humano. Lembrando que o termo devata aplica-se aos pensamentos e emoções
negativos.
48)
Quando um devata de doenças, instala-se na alma com muita intensidade, torna
inviável a manutenção da vida e sobrevem o que chamamos de morte (a perda do
corpo físico). Da mesma forma, quando muitos devatas assenhoram-se da alma
(astral, vital, físico), sobrevem a morte.
49) Se em
vc não há devatas, mas convive em um ambiente onde os mesmos se manifestam como
desequilíbrio(nas pessoas), indiretamente vc estará impactado, pois ficará
propenso a;
50) Se em
vc não há devatas, mas vc envolve-se em um processo de compartilhamente de
ódios (ou pensamentos densos) comuns, vc compartilhará tb tudo o que as outras
pessoas tenham (por exemplo o caso do video do cachorro que está na internet, com
suas listas de adesão, etc, etc);
51)
Quando se instala no astral um devata de doença, altera-se o fluxo vital para o
organismo, altera-se o fluxo de comandos para os chakras e sistema endócrino,
desestabiliza-se o organismo, criando a ambiência para que os sintomas da
doença comecem a aprecer, e os agentes da doença comecem a operar (viroses,
infecções, etc, etc);
52)
Assim, antes de o ser humano estar doente fisicamente, ele gerou condições para
ficar com a alma doente, e com o corpo vital doente. Tudo o que o homem pensa,
cria, gera um ser poderoso, que vai viver em função daquilo para o qual foi
criado (amor ou ódio) e fica circusntrito ao ôvo áurico da pessoa.
Contudo,
se é de grande intensidade (como um ódio dirigido a alguém) este ser rompe o ôvo
aurico de seu gerador, e se projeta no plano, indo instalar-se naquela pessoa
que foi o objeto do ódio, mas continua ligada ao seu criador. E pela fenda onde
sai o que se quer, entra o que não se quer.
Por isto
depreende-se que quanto mais conturbada é a alma de uma pessoa, mais ela está
vulnerável ao que ela mesmo cria, ao que os outros criam, e ao que existe de
“devata abandonado” transitando pelo astral.
Chega a um ponto de a alma, o ôvo áurico de
uma pessoa ser “terra de ninguém” ou “terra de todos”.
53) Este
seres, densos, em Adharma, estes devatas, criados pelas pessoas, quando muito
intensos e projetados para fora do ôvo áurico das mesmas, vagam pelo astral,
sendo o que esotericamente se chama de “larvas astrais”, fonte de todo tipo de
doenças e desequilíbrios.
54) E
qualquer “coisa” gera por nós, que vá agir no plano, nos torna responsáveis
pela mesma e pelo que ela venha a causar, até que nós mesmo a sublimemos.
55) Mas
lembram-se que a morte é simplesmente a perda do corpo físico, seguindo a vida,
com os efeitos deste mundo de causas? Pois bem, estes devatas (não os da
doenças, mas os pensamentos emoções negativas) criados, vão ser a base do que
virá a ser as tendências a doenças nas próximas encarnações as quais estejamos
ligados.
Dura lex,
sed lex.
Postado
há 19th December 2011 por Jorge Oro
https://jorgeoro.blogspot.com.br/2012/06/saude-e-vida-parte-da-genese-e.html
27 de junho de 2016
A Reencarnação É Uma Escravidão
Roda do Samsara – O ciclo de
nascimento e morte
Já alguma vez te perguntaste porque
reencarnamos?
Porque é que temos vidas tão curtas
e, na maioria das vezes, os únicos caminhos espirituais são oferecidos apenas
por religiões ou professores muito duvidosos?
Ou porque essas religiões são
construídas sobre estruturas hierárquicas?
Já te perguntaste porque há tanta
maldade no mundo?
E porque que essas pessoas más,
tornam-se os líderes dos homens?
E a grande pergunta sobre a
reencarnação:
Porque não nos lembramos das nossas
vidas passadas?
Como podemos resolver a nossa vida
passada, se nem sequer nos lembramos dela?
Vivemos as nossas vidas, sendo
perseguidos pelas nossas vidas passadas e, no entanto, não podemos vê-las.
Carregamos os hábitos residuais e
características dos nossos antigos Eus, no entanto, não temos a mínima ideia de
onde vieram. Na maioria das vezes, não temos ideia de como eles nos afetam no
presente.
Portanto, como podemos resolver os
nossos problemas do passado? Especialmente
porque nos afetam, mesmo nesta vida?
Qual foi a pessoa religiosa ou
professor espiritual, ou canalizador ou iogue que já respondeu a esta pergunta
de forma satisfatória:
Porque não nos lembramos das nossas
vidas passadas?
A resposta pode ser assustadora.
Está escrito nos textos védicos e
purânicos, que a humanidade viveu longos períodos de vida durante a era
dourada. Eles passavam a vida em meditação profunda e estavam em equilíbrio e
harmonia com a mãe natureza. Então, algo aconteceu.
Nas lendas, mitos e textos antigos,
descreve-se a queda do homem.
“O homem é perfeito em sua origem, um
ser divino que se degenerou naquilo que somos.” A. Schwaller de Lubicz (O
Milagre Egípcio)
” … O homem primitivo era o modelo
mais verdadeiro e representante do homem e, todo o progresso humano desde
então, embora ascendente em algumas coisas, tem estado em grande parte em
incessante deterioração … Todo o mundo que veio a seguir depois do homem
primitivo, honrou e até mesmo adorou os seus primeiros pais como próprios
deuses de luz, conhecimento e grandeza”. Joseph A. Seiss (Evangelho nas
estrelas)
“Em seguida, ela acrescentou uma
profecia na qual previu o fim da Era Divina e o início de um nova, em que os
Verões seriam sem flores, as vacas dariam menos leite e as mulheres seriam
desenvergonhadas e os homens sem forças, uma Era onde as árvores não teriam
frutos e os mares sem peixes, quando os idosos dariam falsos conselhos e os
legisladores fariam leis injustas, quando os guerreiros se trairiam uns aos
outros e os homens seriam ladrões e não haveria mais virtude no mundo”. (
Profecia de Badb, Rainha Guerreira da Irlanda )
Então, o que causou essa “queda”?
Podemos ver que em um determinado
momento, os deuses vieram do céu e, os
seres humanos aprenderam a agricultura e a pecuária, que é a escravidão dos
animais. Com esse conhecimento, vieram as cidades, os reis, os sistemas
hierárquicos de controlo, os exércitos, a guerra, escravidão e a adoração e
sacrifícios dos deuses.
Esta foi a queda do homem. A
humanidade saiu do equilíbrio e harmonia com a Mãe Natureza e, assim, começou a
perder a virtude.
Então, quem eram esses deuses que
vieram e deram este conhecimento a humanidade? De onde vieram? Eles não são da
Terra. Eles vieram para escravizar a humanidade, para exigir sacrifícios de
carne e osso, inclusive sacrifícios humanos.
Eles exigiram que fossem adorados. E,
como lemos no Antigo Testamento, Jeová destruía raças inteiras, ou ordenava que
o seu “povo escolhido” destruísse por ele.
Os gnósticos chamavam esses deuses de
Arcontes.
Don Juan chamou-lhes de Predadores …
Esses deuses têm se alimentado da
humanidade há milhares de anos …
Eles nos consideram seu rebanho,
assim como consideramos os animais da fazenda. Como acima, assim abaixo. Eles
alimentam-se das nossas emoções e energias negativas e alimentam-se da nossa
adoração a eles. Eles gostam especialmente de sangue e sofrimento, então criam
conflitos, violência e guerras entre os homens.
Observe que a maioria das guerras
foram entre religiões…
Mas também nos controlam através das,
• religiões
• ideologias
• governos
• sociedades
• propaganda
• a
imprensa, etc.
Outra maneira de nos controlar é
através da reencarnação.
A Reencarnação é uma forma de
escravidão. Após a queda, a duração de vida do homem foi drasticamente
reduzida. Antes da era atual, os homens apenas viviam uma vida média curta, de
25 a 40 anos. Isso não é tempo suficiente para descobrir o que é a vida,
especialmente se tudo o que recebiam era as religiões dos deuses.
Tinham que trabalhar o dia todo,
criar as suas famílias e em seguida morriam.
E depois surge a pergunta, porque não
nos lembramos das nossas vidas passadas.
Nascemos constantemente na ignorância
e o único conhecimento disponível, era o que os deuses nos deram – religiões e
ideologias. Depois de poucos anos, morremos na ignorância e, em seguida,
voltamos de novo. Isso mantém o rebanho em ordem.
Sem qualquer recordação, estamos
presos na ignorância, sem as ferramentas adequadas para nos libertarmos.
Ocasionalmente, algumas grandes almas foram capazes de se libertar, mas os
sacerdotes tomaram o controlo dos seus ensinamentos. Eles os deturparam e os
transformaram em religiões.
Vivemos numa matriz, onde uma
construção artificial de luz foi sobreposta sobre o mundo real.
Assim como no filme, Matrix, somos
simplesmente baterias que alimentam os deuses. Esta é a nossa situação, onde
nascemos e morremos numa matriz e somos alimento para entidades malignas. E
claro, eles têm os seus lacaios aqui na Terra que mantêm o rebanho em linha.
Portanto, a próxima pergunta é:
O que acontece quando morremos?
Quando morremos, entramos na matriz
cósmica, uma outra construção de luz falsa que chamamos de céu.
As nossas almas estão presas nesta
prisão dos deuses. Depois de passarmos algum tempo no falso céu, voltamos
novamente no mesmo ciclo.
Isso é chamado a Roda de Samsara, o ciclo de
nascimento e morte.
A única saída desta prisão é
despertar para quem realmente somos.
Abandonar todas as falsas crenças,
deuses, anjos, gurus, etc. e, parar de alimentar esses falsos deuses com a
nossa adoração, com o nosso sangue, com as nossas emoções e pensamentos
negativos e, abandonar todo o jogo.
“Para ver o universo como ele é,
deves avançar um passo para além da rede. Não é difícil fazê-lo, porque a rede
está cheia de buracos. Observe a rede e as suas inúmeras contradições.Tu o
fazes e o desfazes a cada passo. Tu queres paz, amor e felicidade e, trabalhas
duro para criar dor, ódio e guerra. Desejas longevidade e comes em excesso.
Desejas ter amigos e os exploras. Veja a sua rede feita de tais contradições e
remove-as – a sua própria visão fará com que desapareçam”. Nisargadatta Maharaj
Veja a Matrix por aquilo que é.
Parece todo-poderosa, sem qualquer via de fuga, mas ela está cheia de buracos.
Se tiveres uma mente aberta,
discernimento e os olhos para ver, todo este jogo não é nada mais do que um
castelo de cartas. Através de perguntas simples, pude dar muitos exemplos de
como toda essa matrix está caindo aos pedaços.
A pergunta é,
Vais acordar, ou vais permitir ser arrastado na rede, para
continuares na roda de nascimento e morte?
Imagine o quão sortudo és de teres
tido contacto com as chaves para escapar desta prisão.
Podes ver o quão confuso podem ser
todas,
• as
religiões
• as
filosofias New Age
• falsos
professores e ensinamentos
Vejo que existem alguns grandes
mestres que brilham acima de toda essa confusão. Aprenda deles o que puderes,
mas prepare o seu próprio caminho em direção ao seu Ser Interior.
Liberte-se da prisão.
Fonte: http://riverbankoftruth.com/2013/08/27/reincarnation-is-enslavement-by-greg-calise/
19 de maio de 2016
CONSCIÊNCIA EM EXPANSÃO
13 SINTOMAS QUE MOSTRAM SE SUA CONSCIÊNCIA ESTÁ EM EXPANSÃO
Você perceberá que a sua consciência está realmente expandindo, logo saindo do módulo linear-cartesiano para o módulo quântico…
1) Quando se responsabiliza mas não se culpa.
Você é a causa de Tudo mas não tem culpa de nada (deixe a culpa nas instituições religiosas).
2) Quando se frustra mas se responsabiliza.
O outro nunca deve ser responsabilizado pelas suas frustrações.
3) Quando se responsabiliza com totalidade.
Você é 100% responsável por tudo que está vivendo ou pela realidade que está existindo.
4) Quando não mais se vitimiza.
Ninguém faz nada com você é você que faz a si mesmo. Portanto, ninguém te magoa é você que se deixa magoar; ninguém te machuca é você que é machucável; ninguém te ofende é você que se permite ficar ofendido, e assim por diante.
5) Quando cessam as expectativas sobre os outros
O outro não reencarna para te agradar ou fazer o que quer ou espera para Você ficar bem.
6) Quando preenche a si mesmo
Você deve suprir as tuas próprias necessidades emocionais e não projetá-las no outro em forma de carência. Pois carência é a necessidade de se dar e não de receber.
7) Quando reconhece o poder da solitude
Se sentir só, é a falta em si da sua própria presença e não de humanidade (pessoas ao seu redor).
8) Quando resgata o poder próprio
Nada tem Poder sobre você a menos que você dê o seu poder, pois você é o único Poder.
9) Quando percebe que Deus está disseminado em tudo, inclusive dentro de você mesmo.
Nada está acima de você, nem mesmo “Deus”, pois até mesmo “Deus”, o vácuo-quântico, está dentro da sua própria “carne”.
10) Quando nos aceitamos na igualdade e imperfeição
Você, o outro, ninguém é melhor ou pior, mais ou menos, todos são o que podem ser.
11) Quando nada compromete a liberdade
Sempre a melhor escolha é aquela em prol da sua liberdade.
12) Quando nos conscientizamos da imensidão viva do universo
Você não começa e nem termina em sua pele.
13) Quando sabe que se transcende a tudo e a todos
Você está aqui para se libertar de absolutamente tudo, inclusive de si mesmo, para que então possa amar tudo e ao próximo quanto a ti mesmo.
Autor: Horácio Frazão - Editor: Shakyamuni
http://estaremsi.com.br/13-sintomas-que-mostram-se-sua-consciencia-esta-em-expansao/
Como lidar com a solidão no caminho espiritual
Para aqueles que são orientados espiritualmente não é incomum se sentir um pouco desconectado das outras pessoas, a experiência de solidão é quase um subproduto natural do despertar espiritual. Embora possamos estar conectados ao nosso sistema de orientação interna, também podemos nos sentir um pouco deslocados na sociedade moderna onde o materialismo, o consumismo e a negatividade reinam supremos. Se você está passando por um processo de despertar, ou se já passou, então você certamente vai saber o que se sente ao ser rejeitado pelo rebanho.
Dessa forma, como podemos manter um sentimento de unidade com todos se estamos nos sentindo emocionalmente separados? Aqui estão algumas maneiras úteis de lidar com a solidão do caminho espiritual:
1) A própria realidade é apenas uma peça de teatro na consciência. É tudo um sonho.
Você está sonhando agora. Você não está sonhando no sentido de que o seu corpo está dormindo, mas você está sonhando no sentido de que, quando você morrer, você vai acordar em uma nova dimensão. Você vai perceber que a sua vida e sua jornada foram tudo um grande jogo que foi instalado para que você pudesse evoluir como uma alma. Alimentar e ganhar uma perspectiva como esta, realmente ajuda a lidar com a solidão, porque permite lembrar que a vida é uma projeção de nossa consciência.
Não leve as coisas tão a sério! Aprenda com o sonho, ouça e explore-o, mas não deixe que o conteúdo do sonho segure você.
2) Agir através do amor e não do medo
Não deixe que pensamentos como “Eu sempre vou ficar sozinho”, “Eu nunca vou encontrar um bom grupo de amigos” ou “Eu nunca vou ter alguém com quem me relacionar” dominar sua consciência. O problema de usar o medo como um motivador na vida é que a tomada de decisões através do medo empurra as coisas que queremos para longe. Por exemplo, se temos medo de ficarmos sozinhos, nós realmente atrairemos mais solidão em nossas vidas.
Será que alguém realmente quer ser energeticamente atraído por um campo de energia de medo e auto-piedade? Crie um espaço de autoconfiança e amor em sua vida, pois o Universo responde àquilo que você transmite.
3) Seguir o fluxo
A vida na sociedade moderna é sempre muito frenética. Mas não há necessidade de pressa e de tentar ganhar a corrida dos ratos. Lembre-se, não há nenhum lugar que você precisa estar, nada que você precisa fazer e ninguém para impressionar. Às vezes causamos ansiedade a nós mesmos mantendo-nos à altura das expectativas que a sociedade nos impõe. Você não precisa de um grupo de 10 amigos que se reúnem a cada fim de semana. Você não precisa de um relacionamento brilhante. Criar expectativas de conseguir uma vida assim só gera estresse e frustração.
Aprender a deixar fluir e relaxar será uma das melhores coisas que você pode fazer para criar uma vida feliz para si mesmo. Siga sua intuição e faça as coisas que vêm naturalmente para você. A vida é sobre uma jornada. Trabalhe com o universo, siga seu coração e mantenha-se aberto às possibilidades.
4) Buscar outras alternativas
Lembre-se sempre, há muitas pessoas espiritualizadas lá fora. Não desanime se você ainda não encontrou nenhuma dentro do seu círculo. Tome uma atitude para com a vida que você quer e procure por novas experiências através de caminhos diferentes. Faça uma aula de yoga ou um curso de terapia alternativa. Junte-se a uma comunidade espiritual local ou até mesmo online. Faça um trabalho voluntário em algum projeto que você acredite que vale a pena. Enfim, deixe todas as suas portas abertas para o novo.
Não é incomum se sentir sozinho ou excluído em nossa sociedade, especialmente se você tem visões e crenças alternativas. Não se sinta mal por isso, a auto-piedade é inútil. Sinta-se feliz por você ter coragem de ser você mesmo em um mundo onde a individualidade é suprimida. Sinta-se animado, contando que seja íntegro você só terá relacionamentos incríveis, há milhões de pessoas que se sentem dessa mesma maneira. Se você estiver disposto a dar um passo pra fora da zona de conforto e fazer essas conexões acontecerem, o universo fornecerá o apoio que você precisa.
(Texto de Steven Bancarz | Traduzido e adaptado por Despertar Coletivo | Via: The Spirit Science)
16 de abril de 2016
QUEIXAS E RESSENTIMENTOS
Queixar-se é uma das estratégias prediletas do ego para se fortalecer.
Cada reclamação é uma pequena história que a mente cria e na qual
acreditamos inteiramente. Não importa se ela é feita em voz alta ou apenas em pensamento. Alguns egos que talvez não tenham muito mais com o que se identificar sobrevivem apenas com queixas. Quando estamos presos a um ego assim, reclamar, sobretudo de alguém, é algo habitual e, é claro, inconsciente, o que mostra que não sabemos o que estamos fazendo. Uma atitude típica desse padrão é aplicar rótulos mentais negativos às pessoas, seja na frente delas ou, como é mais comum, falando sobre elas com alguém ou até mesmo apenas pensando nelas. Xingar é o modo mais rude de atribuir esses rótulos e de mostrar a necessidade que o ego tem de estar certo e triunfar sobre os outros: "idiota", "desgraçado", "prostituta", todas essas afirmações definitivas
contra as quais não se pode argumentar. No nível seguinte, descendo pela escala da inconsciência, estão os gritos. Não muito abaixo disso se encontra a violência física.
O ressentimento é a emoção que acompanha a queixa e a rotulagem
mental dos outros. Ele acrescenta ainda mais energia ao ego. Ressentir-se significa ficar magoado, melindrado ou ofendido. Costumamos nos sentir assim em relação à cobiça das pessoas, à sua desonestidade, à sua falta de integridade, ao que estão fazendo no presente, ao que fizeram no passado, ao que disseram, ao que deixaram de dizer, à atitude que deviam ou não ter tomado. O ego adora isso. Em vez de detectarmos a inconsciência nos outros, nós a transformamos em sua identidade. Quem é o responsável por isso? Nossa própria inconsciência, o ego. Algumas vezes, a "falta" que apontamos em alguém nem mesmo existe. Ela pode ser um erro total de interpretação, uma projeção feita por uma mente condicionada a ver inimigos e a se considerar sempre certa ou superior. Em outras ocasiões, a falta pode ter ocorrido; contudo, se nos concentrarmos nela, às vezes excluindo todo oresto, nós a tornamos maior do que é. E dessa maneira fortalecemos em nós mesmos aquilo a que reagimos no outro.
Não reagir ao ego das pessoas é uma das maneiras mais eficazes de não só superarmos nosso próprio ego como também de dissolver o ego humano coletivo. No entanto, só conseguimos nos abster de reagir quando somos capazes de reconhecer o comportamento de alguém como originário do ego, como uma expressão do distúrbio coletivo da espécie humana. Quando compreendemos que não se trata de nada pessoal, a compulsão para reagir desaparece. Não reagindo ao ego, muitas vezes podemos fazer aflorar a sanidade nos outros, que é a consciência não condicionada em oposição à consciência condicionada. Em determinadas ocasiões, talvez precisemos tomar providências práticas para nos proteger de pessoas profundamente inconscientes. Isso é algo que temos condições de fazer sem torná-las nossas inimigas. Nossa maior defesa, contudo, é sermos conscientes. Alguém passa a ser um inimigo quando personalizamos a inconsciência que é o ego. A não reação não é fraqueza, mas força. Outra palavra para não-reação é perdão. Perdoar é ver além, ou melhor, é enxergar através de algo. E ver, através do ego, a sanidade que há em cada ser humano como sua essência.
O ego adora reclamar e se ressente não só de pessoas como de situações. O que podemos fazer com alguém também conseguimos fazer com uma circunstância: transformá-la num inimigo. Os pontos implícitos são sempre: isso não deveria estar acontecendo, não quero estar aqui, estou agindo contra minha vontade, o tratamento que estou recebendo é injusto. E, é claro, o maior inimigo do ego acima de tudo isso é o momento presente, ou seja, a vida em si.
Não confunda a queixa com a atitude de informar alguém de uma falha
ou de uma deficiência para que elas possam ser sanadas. Além disso, abster-se de reclamar não corresponde necessariamente a tolerar algo de má qualidade nem um mau comportamento. Não há interferência do ego quando dizemos ao garçom que a comida está fria e precisa ser aquecida - desde que nos atenhamos aos fatos, que são sempre neutros. "Como você se atreve a me servir uma sopa fria?" Isso é se queixar. Nessa situação, existe um "eu" que adora se sentir pessoalmente ofendido pela comida fria e ele aproveitará esse fato ao máximo, um "eu" que aprecia apontar o erro de alguém. A reclamação a que me refiro está a serviço do ego, e não da mudança. Algumas vezes fica óbvio que o ego não deseja que algo se modifique para que possa continuar se queixando.
Veja se você consegue capturar, ou melhor, perceber, a voz na sua cabeça - talvez no exato instante em que ela esteja reclamando de algo e reconhecê-la pelo que ela é: a voz do ego, não mais do que um padrão mental condicionado, um pensamento. Sempre que a observar, compreenderá que você não é ela, e sim aquele que tem consciência dela. Na verdade, você é a consciência que está consciente da voz. Atrás, em segundo plano, está a consciência. À frente, se situa a voz, aquele que pensa. Dessa maneira você estará se libertando do ego, livrando-se da mente não observada. No momento em que você se tornar consciente do ego, a rigor ele não será mais o ego, e sim um velho padrão mental condicionado. O ego implica inconsciência. Ele e a consciência não conseguem coexistir. O velho padrão mental, ou hábito mental, pode sobreviver e se manifestar por um tempo porque tem o impulso de milhares de anos de inconsciência humana coletiva atrás de si. No entanto, toda vez que é reconhecido, ele se enfraquece.
Eckhart Tolle
Um Novo Mundo - O Despertar de Uma Nova Consciência. Pag. 58
23 de fevereiro de 2016
A Primeira Morte X A Segunda Morte
A Primeira Morte
Podemos considerar que a experiência encarnatória é algo como a condensação das energias sublimes do espírito, e a desencarnação, uma evaporação ou desativação progressiva dos veículos mais densos. A morte poderia ser catalogada como ruptura e descarte de veículos ou corpos de manifestação desnecessários, ainda que temporariamente, em função de uma nova etapa que o ser adentra no processo evolutivo individual. Pelo menos no planeta Terra, podemos afirmar que o descarte dos somas mais densos através da morte – tanto do corpo físico quanto do duplo etérico – é algo definitivo, fato este que torna impossível a reativação de tais veículos após o descarte final por parte do ser que dele usufruiu.
Embora o incômodo próprio dessa ocorrência, isto é, do descarte do corpo físico ou da morte biológica, não podemos ignorar que a chamada primeira morte, a do corpo, por mais incômoda que possa parecer aos seres que a experimentam, é um dos mais importantes eventos da vida do espírito. Isso porque, nos fenômenos de impacto vibratório como a morte física, ocorrem estados de choque e o inevitável enfrentamento de questões transcendentais muitíssimo importantes para a futura relação do espírito com seus veículos superiores de manifestação.
A Segunda Morte
Podemos afirmar que a segunda morte representa o descarte e desativação do duplo etérico e a diluição do corpo perispiritual, o que deixa o espírito totalmente de posse do corpo mental, em sua plenitude e de forma mais definitiva. De acordo com essa definição, a segunda morte é a retirada de qualquer resquício do duplo e do perispírito, ficando o ser apenas de posse dos corpos de ordem superior. Também podemos considerar que a segunda morte seria como que uma depuração de ser de todas as emanações ectoplasmaticas aderidas ou originadas nos corpos inferiores.
Tomar posse do corpo mental é, nessa ótica, o ser se elevar à condição de espírito mais adiantado, pois que se dá, nessa ocasião, o descarte do perispírito ou psicossoma, que é absorvido pelo corpo mental. A nova etapa em que adentra o espírito a partir da chamada segunda morte assinala a extinção das etapas reencarnatórias inferiores, das migrações constantes entre a esfera física e a extrafisica através dos fenômenos de nascimento e morte, tão corriqueiros no estágio atual dos espíritos vinculados ao planeta Terra.
De outro lado, também consideramos uma segunda morte, os casos de seres que perdem a conformação de perispírito, por inibição da forma, quando se cristalizam no ódio e na culpa, permanecendo indefinidamente como prisioneiros de si mesmos e transformando-se em ovóides.
Primeira Morte x Segunda Morte
É correto dizer que a morte do corpo físico, para aqueles ainda vinculados ao planeta Terra, é o fator mais desconcertante entre as experiências que podem ser vividas por seres de nossa pequenez espiritual. Além disso, a defasagem do ambiente extrafísico para o ambiente físico, recém-deixado para trás, faz com que certos processos internos eclodam no ser, causando-lhe profundas reflexões e necessárias ao engrandecimento.
Podemos afirmar que a diferença ou o descompasso entre os ambientes físico e extrafísico, onde transitam os espíritos pelo processo da desencarnação ou descarte da parte biológica, é muito acentuada: ocorre numa proporção relativa de um por milhões. Por outro lado a diferença entre o ambiente extrafísico e a vivencia nos planos mentais, por ocasião da segunda morte, é mais sutil, apresentando uma proporção de um por milhares, ao se comparar o impacto que uma das mortes provoca e as distinções entre tais ambientes, onde se dá a vida e a locomoção dos seres em evolução.
Na ocorrência da morte biológica, há o fenômeno da ruptura definitiva do cordão de prata, que liga o perispírito aos corpos físico e etérico; por ocasião da segunda morte, dá-se a ruptura do chamado cordão de ouro, que liga o corpo mental ao psicossoma ou perispírito. Em qualquer dos casos, seja na primeira ou na segunda morte, há a necessidade de uma assistência extrafisica de entidades superiores especializadas nesses processos de descarte ou desencarnação.
Retirado do livro "Coinsciência" de Joseph Gleber - Robson Pinheiro
http://alem-da-materia.blogspot.com.br/2011/09/1-morte-vs-2-morte-por-joseph-gleber.html
XLI - Referências à Segunda Morte - Altino, meu amigo, também não me sinto suficientemente esclarecido quanto à Segunda Morte... - Compreendo, meu filho, nem sempre ensinamos bem, depende da evolução do Espírito que ensina. Nem todos conhecem bem todos os assuntos e dão aí, a sua opinião pessoal, o que pode, às vezes, causar um pouco de confusão na mente do discípulo ainda não preparado. Mas toda a informação dada por Espírito esclarecido tem uma base verdadeira. Existe a morte referida por Jesus que Ele chamou de Segunda Morte, que é a morte nos Planos Inferiores. seria uma explosão da mente espiritual que a faria em estilhaços, se assim se pode dizer e comparar, como se a dividisse em centenas de partículas a Centelha Divina. Em verdade seria a morte definitiva da figura espiritual que daria nascimento a tantas outras individualidades que começariam a crescer novamente e que demorarão milhões de anos a chegar novamente onde a Matriz está ou estava no momento da explosão. Outra, é a Segunda Morte que assistimos no Portal do Sol e que é a SEGUNDA MORTE NOS PLANOS SUPERIORES DO ESPÍRITO. Na realidade pode ser camada de uma NOVA VIDA ou de RESSURREIÇÃO já que se nasce para uma VIDA SUPERIOR. É em verdade nova etapa evolutiva. Difícil de entender?
http://www.suaaltezaogato.com.br/arq/Estante%20de%20Vidro/R.A.Ranieri_(A_Segunda_Morte).pdf
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